Roberto
Largman |
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JORNAL DO COMMERCIO 01/09/2006
Terminais
pressionam por revisão de regras Depois de sete meses sem diretores suficientes para formar quorum e aprovar alterações nas regulamentações, período em que aproximadamente 100 projetos ficaram estacionados, a agência promete agora debater com entidades privadas possíveis mudanças em suas regras. O diretor de cabotagem da Antaq, Décio Mauro Rodrigues, no cargo há 30 dias, admitiu que pelo menos seis regulamentações serão revistas pelo corpo técnico nos próximos meses. "São
normas que precisam de revisões constantes. Realizamos audiências
no Espírito Santo e na Bahia para isso, o que foi produtivo. Essas
questões são muito complexas e precisam de tempo", disse
o diretor, que participou ontem de almoço promovido pelo Sindicato
das Agências de Navegação Marítima (SindaRio),
com a presença de representantes de operadores portuários e
empresas de navegação. O presidente
do Sindicato dos Operadores Portuários do Rio, Rogério Caffaro,
disse que a agência não tem cumprido papel de fiscalizador dos
contratos entre os terminais e as companhias docas. Ele lembrou que as autoridades
portuárias, pelo contrato firmado com os arrendatários de terminais,
têm a obrigação de manter profundidade mínima dos
canais de acesso marítimo dos portos. O não cumprimento desse
termo contratual implicaria multa, o que não ocorre apesar do déficit
de dragagem. |
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